A Umbanda, uma religião de muitas tradições, ainda hoje é vista com maus olhos por algumas pessoas. Estamos aqui para mostrar que a Umbanda é uma religião de fé e caridade, aonde a primeira lei é: Ame ao teu próximo como se fosse tu mesmo.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A mediunidade




A mediunidade abrange diversos dons mediúnicos e todos eles podem ser desenvolvidos, sendo eles não apenas a incorporação, e sim a vidência a intuição e etc. As faculdades mediúnicas mais ostensivas devem ser devidamente colocadas sob controle dos seus possuidores, para seus equilíbrios psicológicos e sua aceitação social.






Para acolher, orientar e auxiliar o médium no domínio consciente de sua mediunidade e incorporá-la religiosamente à sua vida, realizamos o desenvolvimento mediúnico, junto com a iniciação do médium a doutrina umbandista, onde lhe é passado e orientado os fundamentos e historia da Umbanda.

Nos dias de desenvolvimento, mesmo tendo como foco a mediunidade de incorporação, trabalhamos de maneira a desenvolver os diferentes dons, por meio de atividades teóricas e práticas,onde o médium aprende primeiramente como funciona o seu corpo espiritual, como é o mecanismo de incorporação, quais os campos vibratórios, quais as energias positivas e as energias negativa, para após de obter esse conhecimento básico , começar a desenvolver a sua mediunidade.






Dentre os assuntos que são enfatizados, citamos a importância da reforma íntima, do aperfeiçoamento pessoal, pois todos os médiuns devem ser exemplo de conduta para a sociedade, pois são seres que foram escolhidos para ajudar o próximo e não deve ter atitudes que não condisse com um servo de nosso pai Oxalá, lembrando que todos que estão na terra, são humanos e não se devem privar das atitudes da terra, porem é necessário saber usar o equilíbrio e o limite para não tomar atitudes que não são compatíveis com a de médiuns.



Pai Felipe D´ Xangô.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Cambonos: Os médiuns de sustentação




Cambono é um secretário das entidades. Ele zela pelo bom atendimento, ajuda a dinamizar as consultas, facilita o trabalho das entidades e serve também como intérprete destas.
O cambono, na verdade, é um médium em desenvolvimento ou que não incorpora. Também podem ser utilizados os outros médiuns em regime de escala. O seu trabalho dentro do Templo é tão importante quanto o dos demais médiuns e, mesmo sem estar incorporado, ele é parte integrante de todo o trabalho espiritual, pois os Guias Espirituais se utilizam dele para retirar as energias que serão utilizadas no atendimento aos consulentes. Muitas vezes, um Guia Espiritual tem dificuldades de adentrar no íntimo do consulente devido à densidade energética presente na pessoa e lança mão da presença do cambono e, através deste, fazendo como que "uma ponte", consegue auscultar o íntimo da pessoa.
Como o trabalho do cambono é de secretário, ele deve, antes de tudo e se possível com um dia ou mais de antecedência, deixar preparado todos os apetrechos de trabalho que costumam ser utilizado pela entidade a qual irá cambonear. Ele precisa saber os hábitos de trabalho da entidade em dias de atendimento ou, se for a sua primeira vez, deve se informar sobre o que precisará ter em mãos, caso seja pedido, evitando assim atrasos desnecessários durante as consultas. O cambono, na verdade, precisa ter conhecimento de todo o culto e de todas as entidades, precisando, então, prestar muita atenção à atuação delas durante as giras.
Sempre que solicitado, o cambono deve ajudar as entidades a se comunicarem com os consulentes, desde é claro, que seja treinado para isso e também que seja muito atento a tudo o que a entidade solicitar. Na verdade, o cambono, em alguns casos, poderá explicar de uma forma mais simples ou mesmo interpretar o que for dito para que o consulente não distorça as palavras das entidades. Lembre-se de que para este trabalho o cambono deverá ser preparado em uma espécie de estágio nas Giras de desenvolvimento para que possa saber como as entidades trabalham.
O cambono, antes de qualquer coisa, é pessoa de extrema confiança do Pai ou Mãe da casa, assim como da entidade que estiver atendendo; portanto, caso perceba qualquer coisa estranha, qualquer coisa que não faça parte dos procedimentos normais, deve reportar-se ao Guia-chefe ou ao Pai ou Mãe da casa na mesma hora. É por isso que é tão importante, e necessário, que o cambono saiba todos os procedimentos de trabalho e todas as normas da conduta que entidades e médiuns devem ter dentro do Templo.
O fato de auxiliar nas consultas exige que o cambono seja discreto e mantenha sigilo sobre tudo o que ouvir, não se esquecendo de que ali estão sendo tratados assuntos particulares e que não dizem respeito a ninguém além da pessoa que estiver sendo atendida e da entidade. O sigilo é um juramento de confiança que todo o cambono deve ter e fazer.
Sem a ajuda de um cambono, os trabalhos tornam-se lentos e o atendimento aos consulentes ficaria difícil, principalmente se o Templo atender um grande número de pessoas. Para que tudo transcorra de forma satisfatória, a presença de um cambono é de grande necessidade dentro do Templo, mas este não deve jamais confundir a entidade com a pessoa, isto é, ele é cambono do Guia Espiritual e não daquele médium, que é apenas um irmão dentro do Templo. O que ele pode, sim, é perguntar ao médium com o qual trabalha como deve proceder para prestar um melhor atendimento à entidade durante os trabalhos.
Uma prática útil e aconselhável dentro de um Templo é a troca de cambonos entre as entidades. Isto traz um maior aprendizado aos cambonos e também faz com que estes se habituem a tratar todas as entidades da mesma forma, sem criar laços afetivos exagerados. Desenvolver afeto pelas entidades é comum, mas a afinidade espiritual só é saudável se não conduzir à dependência; portanto, o chefe da casa poderá decidir-se pelo trabalho alternado e, nesse caso, deverá fazer com que todos saibam disso com antecedência.
De vez em quando, todos médiuns, mesmo aqueles que incorporam, deveriam trabalhar como cambonos para poderem aprender mais e desenvolver a humildade, que é a característica mais importante que um médium deve ter.
Obs: Somente o Guia-Chefe deverá ter um cambono fixo e da confiança do sacerdote, pois provavelmente participará ativamente de todas as resoluções tomadas em relação a médiuns e ao Templo. Normalmente, o Guia-Chefe requer certa rapidez e presteza em seus atos e atendimentos, e só um cambono fixo poderá se prestar eficientemente como auxiliar.
Materiais básicos que os cambonos precisam ter durante os trabalhos:
Uma malinha (tipo mala de ferramentas), para colocar seus apetrechos de trabalho.
Uma sacolinha, pendurada no pescoço, com todo o material necessário para o atendimento imediato dos guias, como: isqueiro – caneta – bloquinho de papel, etc.
Um pano de cabeça (se for de uso do seu Templo).
Uma toalhinha branca (para higiene).
Veja bem: esta é uma lista de material utilizada normalmente. Desde que saiba qual entidade irá cambonear, o cambono deve saber se ela usa materiais específicos, tais como ervas, velas, bebidas, ferramentas de trabalho, etc. e se organizar junto ao médium com o qual trabalhará para ter tudo por perto.
É importante saber que todo o material de uso das entidades é de responsabilidade do médium que a incorpora e que o trabalho do cambono é estar atento para que este material não falte ou acabe, devendo comunicar o médium com antecedência quando o material estiver acabando.
Obs: O Cambono é um auxiliar do Templo e não um empregado dos médiuns. A educação e a lisura devem estar presentes a todo instante.

Água da Paz.


Quando alguém lhe provocar irritações- pegue um copo de água-beba um pouco e conserve o resto na boca. Não ponha- nem engula. Enquanto durar a tentação de responder- deixe a água banhando a língua. Esta é a água da paz

Chico Xavier

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Os Ciganos na Umbanda!

O Povo cigano, traz magia, amor e fartura.

Os mistérios desse povo nômade, ronda também as Giras de Umbanda. A presença dessas entidades é rara, mas quando chegam trazem com eles todos os mistérios da magia.
Mas não uma magia trabalhada apenas nas ervas e sim na destreza com que lidam com o astral, com seus punhais, suas cartas, bola de cristal, adivinhações, são verdadeiramente os "mágicos" da Umbanda.

São sutis, delicados, amorosos, práticos. Gostam da dança embaladas pelos Banjos, da comida farta, gostam de reunir sua "Compania" em volta de suas fogueiras, ou seja, gostam da fartura e da liberdade.

Não criam raiz, vão onde está a fortuna.Por não criar raízes, o povo cigano existe inclusive nos dias de hoje, em diversas partes do mundo. Na umbanda, se manifestam ciganos que são de origem oriental, como também ciganos de outras partes do mundo, inclusive brasileiros.

Salve os Ciganos!!!

Prece Caboclo 7 Pedreiras.

Vós, que com a força de vossas 7 pedreiras, mantém a sabedoria e a justiça de nosso Pai Xangô, olhai por nós e que Vossa Bondade se derrame por nossas cabeças, não nos deixes desamparados. Que a força de vossa primeira Pedreira, envie- nosos mais puros fluidos e sentimentos de amor e caridade por toda a humanidade e que todos os seres humanos possam sentir vossa real justiça. Que a vossa segunda Pedreira seja um escudo contra as injustiças que possam nos atingir. Que vossa terceira Pedreira seja a luz que nos guará através de nossas vidas, pelo caminho verdadeiro da salvação eterna. Que a vossa quarta Pedreira seja o peso que Vos colocará em cima de nossos erros e faltas e pedimos humildemente que nos guiai para que não possamos mais errar; ajudai- nos a nos manter dentro de vossas sábias leis. Que a vossa quinta Pedreira proteja- nos contra tudo e contra todos. E os que pensam cometer injustiças contra nós, seja a quinta Pedreira a luz que brilhará aos olhos dessas criaturas, mostrando- lhes o verdadeiro caminho do amor e da paz. Que a vossa sexta Pedreira seja o marco de uma nova era e que toda a proteção de nosso Pai Xangô caia como faíscas toda vez que possamos um erro ou uma injustiça cometer. Que a vossa sétima e última Pedreira seja a fonte onde iremos buscar o eterno consolo da verdade, do amor e da caridade. E que todas as vossas sete Pedreiras nos abeçoem e nos iluminem por toda uma Eternidade. Saravá Caboclo Sete Pedreiras, Saravá!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

7 Encruzilhadas.


A noite convidava à festa,
Os sorrisos pairavam no ar,
Os olhos percorriam a Vida
E as estrelas se faziam brilhar.

Tudo era alegria
Naquele dia qualquer....
Eu havia lhe feito promessas,
Eu havia lhe dado presentes...
Mas não contava que a felicidade
Tivesse um preço tão ardente!

A bela tentou me avisar,
Correndo pela ladeira...
Mas, chegou tarde, a pobre,
Pois já era feita a colheita!

Foi nas quebradas da noite,
Lá pras bandas do Tuití...

As bebidas e as gargalhadas
Criavam imagens berrantes
Quando o alvoroço chegou,
Dando fim ao som da música
Que naquele instante parou!

O infeliz mau amado,
Ferido no seu orgulho
De homem, de fera, de alma carente,
Lançou-me na escuridão
Feito um bicho doente!
O golpe a mim desferido
Com punhal ainda pulsa
E ainda lembro da noite,
Que mais sozinho fiquei,
Olhando-me sem entender,
Meu corpo frio, escondido,
Servindo de alimento
Para os vermes, apodrecer!

A tocaia do destino
Cumpriu-se no seu ardor,
Não sei bem quem desferiu
A primeira garrafada...
Porém, caindo, cambaleando,
Ainda zonzo, entendi:
- Eis-me a hora derradeira,
Eis que chega o meu fim!...

Embora a dor me pungisse o corpo,
Queimando-me as entranhas,
Ainda puder reter os olhos
Naquele pobre infeliz,
Porém, mais pena senti de mim...
- Deus do céu! O que eu fiz?!

Ainda lembro do olhar
De um amigo assustado,
O único a chorar o pranto
Da minha triste despedida,
Que volto a encontrar no tempo,
Feito Alma, minha amiga!

A rua se fez deserta
No morro do Tuití.
Não se soube do indigente
Que ali teve seu fim!

Mas que engano tão irônico,
Lá estava eu a penar
E nem mesmo outro infeliz,
Que eu pudesse abraçar...

Fiquei na escuridão das trevas,
O que chamam de Umbral,
E não sei por quanto tempo
Eu paguei pelo meu mal!

Até que um dia, Deus louvado,
Uma luz se acendeu,
Em meu caminho solitário,
Uma alma intercedeu!

Estendeu a sua mão,
Num gesto protetor,
Tirando-me das trevas
E me dando seu amor.

Ao anjo que me salvou
Após tantas preces pedidas,
O meu feliz obrigado,
A minha eterna amizade,
Adeus às trevas e ao medo,
Bendigo, hoje, seu nome:
Meu Amigo e Irmão Alfredo!

Hoje na minha lida,
De ajudar e servir,
Lição tiro da vida,
Daquela que perdi...

Não fazer mal a si mesmo,
Muito menos ao seu irmão,
Pois as contas se ajustam,
Do outro lado do portão!

Faço versos no Astral,
Como humilde versejador,
Canto as frases que repito
Para quem vem perguntar,
Pois hoje sou Exu pequenino
Na ânsia de ajudar,
Seguindo o Pai Maior
No seu gesto de amar!

E sou 7 Encruza por que jurei
7 mil vezes 7, perdoar
A toda e qualquer punhalada
Que me venha magoar!
E sou das Almas,.
Pois uma Alma sou,
Num eterno caminhar,
Em direção à Luz,
Sob o manto de Pai Oxalá

Sete Encruzilhadas.

REUNIÃO 11/AUDIÊNCIA PUBLICA 24 03 LEI CONTRA O CANDOMBLÉ E A UMBANDA


ATA da Reunião.

1- Encaminhamentos quanto ao PL. 992/2011 do Deputado Feliciano Filho que proíbe o uso de animais nos cultos religiosos no estado de São Paulo (Realização de Audència Pública em 24/03/2012 das 09h00 as 14h30);
2- Realização de audência Pública (14/04) sobre PLs. (Projetos de Lei) da Cãmara dos Deputados que tratam de temática semelhante;
3- Informes;


DIA: 11/02/2012 (SÁBADO)
HORÁRIO: 09h00 (Nove Horas)
LOCAL: ASE TORUM OFUM - ALCIDES DE AJAGUNAN
ENDEREÇO: Avenida Doutor Ataliba Soares de Sá, 220 - Parque Via Norte (Fone: 3245-0991 - Alcides de Ajagunan) . Ponto de referência: Deposito de Material de Construção, antiga CONSTRUVIP)

CONVIDAM:
Pai Airton de Ogum (9305-8043 / 3243-3301))
Maurílio D´Oxossi (9844-4269)
Toloji (9700-7087 / 3276-5687)

Povo do Axé, vamos nós unir.

Axé.

Pai Felipe D´ Xangô.